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NOTÍCIAS:
Normalização:
diferencial competitivo para o setor de vestuário
Segundo dados do IEMI, no Brasil existem mais de 21.000 unidades fabris instaladas, sendo que Cerca de 96% destas unidades são de pequeno e médio porte, com uma produção de cerca de 5 bilhões de peças por ano. Estamos entre os dez maiores produtores de vestuário mundial, porém nossa participação no comércio exterior ainda é muito pequena, ocupando apenas a 69ª posição entre os maiores exportadores de vestuário. Parte desta pequena participação no mercado externo se deve à grande capacidade produtiva da China, que responde por quase 47% da produção mundial de vestuário a um custo baixíssimo, agregada à falta de incentivos fiscais do governo brasileiro, que encarecem nossos produtos, e a quantidade reduzida de empresas aptas a atender as exigências de qualidade e pontualidade no exterior, inclusive no que diz respeito à adequação às normas técnicas. Neste cenário tão concorrido, a normalização aparece como uma forma de agregar valor ao produto e à organização, gerando um diferencial através da inovação e da qualidade, trazendo benefícios duradouros às empresas. A ABNT – Associação
Brasileira de Normas Técnicas – é a entidade responsável
pela elaboração de normas pertinentes a diversos setores,
entre eles os setores têxtil e vestuário. A normalização tem como objetivos principais proporcionar economia às empresas, reduzindo variedades de produtos e procedimentos, promover uma comunicação eficaz entre fornecedores e clientes e prover meios eficazes para o consumidor aferir a qualidade. Entres os benefícios
para a industria, podemos destacar: Trata-se também
de um importante argumento de vendas que pode ser explorado tanto
no mercado interno quanto externo, agregando valor ao produto final. Diversas instituições, como IPT e Senai que realizam testes laboratoriais baseados nas normas ABNT, Sebrae que viabiliza em parceria com a ABNT a distribuição de normas para confecção à custos reduzidos, além das entidades que compõem o ABNT/CB-17 – Comitê Brasileiro de Têxteis e do Vestuário, tem contribuído para tornar a normalização uma realidade para o segmento de vestuário brasileiro. Entre as ações mais recentes, destacam-se as normas para meias e medidas para vestuário infantil (15.525/15.800 já concluídas) e masculino (em andamento), desempenho para uniformes escolares (15.778), além da atualização das normas NBR com o conteúdo da ISO – International Organization for Standardization, garantindo que um produto certificado aqui tenha os mesmos padrões adotados no exterior. Por fim, inovação e qualidade são diferenciais imprescindíveis às organizações que buscam melhorar sua produtividade, agregando valor ao produto e à empresa como um todo, e a normalização pode contribuir para que estes objetivos sejam alcançados. Alexandre Gonçalves
de Melo é formado em Tecnologia de Gestão dos Processos
Produtivos do Vestuário pela Faculdade Senai de São
Paulo, sócio diretor da Parra e Melo Solutions, empresa de
consultoria de gestão industrial do vestuário e diretor
de Depto de Tecnologia do IBV – Instituto Brasileiro do Vestuário,
da Abravest. Qualidade Garantida para Confeccionistas de Manaus No último dia 15 de Julho de 2010, Alexandre G. de Melo, diretor da Parra e Melo Solutions e do Departamento de Tecnologia Industrial da Abravest/IBV, apresentou para as micro e pequenas empresas de vestuário do Estado do Amazonas o Programa de Qualidade Abravest, com o apoio do Sebrae/AM, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AM) e do Sindicato das Industrias de Confecções de Roupas e Chapéus do Amazonas (Sindiconf). O Programa de Qualidade Abravest é uma prestação de serviço para qualificação da industria de confecção brasileira com o objetivo de capacitar as empresas para oferecerem um produto de qualidade, em conformidade com as normas ABNT vigentes, a um custo competitivo, beneficiando toda a cadeia produtiva e de distribuição e principalmente o consumidor final. O objetivo do programa é de atestar a qualidade dos produtos confeccionados pelas empresas de acordo com os padrões estabelecidos pelas normas ABNT, através de laudos técnicos e laboratoriais. As empresas aprovadas, terão o Selo de Qualidade Abravest em seus produtos e terão suas marcas divulgadas em um espaço no portal da Abravest para divulgação de empresas que produzem com qualidade. Para maiores informações, entre em contato com o Departamento de Tecnologia Industrial da Abravest através do email alexandre@abravest.org.br Cursos in Company Brasil terá preferência em licitações O Congresso Nacional finalizou, no
fim de novembro, a apreciação da Medida Provisória
(MP) 495 que, entre outros assuntos, cria margem de preferência
nas licitações públicas para produtos e serviços
brasileiros. Esta margem poderá chegar até 25% sobre
os preços dos produtos os importados.
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Tecido auxilia na microcirculação sanguínea Um estudo científico
realizado por um centro de tecnologia cosmética comprovou a eficácia
prometida pelo Denim Therapy, um dos destaques da coleção
Inverno 2011 da Tavex Corporation. Lançado recentemente, o denim
incorpora a tecnologia de biocerâmica, um complexo criado mediante
a combinação de vários óxidos metálicos
que produzem uma série de vantagens fisiológicas entre
elas, ajudando na microcirculação sanguínea.
Investimento será maior em 2011, diz CNI A pesquisa Investimentos
na Indústria, divulgada hoje, 22, pela Confederação
Nacional da Indústria (CNI), apontou que 89,6% das companhias
investiram em 2010 e 92% pretendem investir em 2011. Foram consultadas
454 empresas brasileiras de todos os setores industriais. O investimento
médio por empresa em 2010 atingiu R$ 6,344 milhões, uma
expansão de 80% ante os R$ 3,526 milhões verificados em
2009. Para 2011, a expectativa é de que essa média continue
avançando e chegue a R$ 6,798 milhões. 27/04/2010 - NF-e: como será para as fábricas de confecção A emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e) para empresas de vestuário será obrigatória a partir do dia 1º de julho. Fábricas de confecção de todos os portes já estão atentas à adoção de soluções capazes de automatizar a geração de documentos em conformidade com o fisco. Essa medida visa reduzir a burocracia na conferência dos dados fiscais pela Receita Federal e deve facilitar a vida de todos os contribuintes, tanto vendedores como compradores. O processo de emissão de notas eletrônicas ajuda a reduzir custos com impressão e envio de documentos fiscais, além de facilitar a gestão pelo fisco de informações sobre as operações comerciais, com dados mais completos que ampliam a confiabilidade da nota e dificultam a sonegação de impostos. Para ter acesso a esses e outros benefícios e evitar multas da Receita Federal, é muito importante que confecções implantem as tecnologias corretas para a geração eletrônica desses documentos. Atualmente há aplicativos ERP e outros softwares de gestão capazes de combinar recursos voltados ao gerenciamento operacional da fábrica com a geração de notas fiscais eletrônicas nas vendas para o varejo. No caso da vertical de moda e vestuário, contudo, o extenso volume de documentos emitidos por alguns fabricantes – chegando a 40 mil notas por mês – demanda que esses aplicativos contenham recursos para agilizar a emissão eletrônica da nota. Nesse sentido, uma importante vantagem é a geração da NF-e de forma integrada ao ERP, em ambiente online e em sintonia direta com os servidores da Receita Federal. Trata-se de um modelo diferente do convencional, em que o software de gestão é complementado por outro programa da Receita Federal, que funciona como exportador de dados para os servidores do órgão. Esse processo, no entanto, é mais lento do que o modelo de emissão integrada, e traz algumas dificuldades para suprir a demanda das grandes confecções por uma obtenção mais rápida da nota fiscal. A emissão da NF-e dentro do ERP conta ainda com outro quesito fundamental para confecções e outros segmentos: a disponibilidade permanente da rede para o usuário. Em uma fábrica que emite centenas de notas fiscais todos os dias, a queda da conexão aos servidores da Receita Federal traria prejuízos de grandes proporções nas operações de venda, uma vez que a emissão eletrônica será obrigatória. A segurança é outro cuidado a ser tomado. Solicitações online à Receita Federal, como no caso da NF-e, exigem a inserção de uma chave de acesso. Para garantir a proteção da assinatura digital de confecções e outras empresas, é importante que o ERP seja instalado em um ambiente estruturado segundo um modelo conhecido como “server side”. Baseado em apenas um ponto de acesso à internet compartilhado em um mesmo ambiente corporativo, esse recurso permite o uso de uma única chave de segurança instalada no servidor interno, com acesso restrito a usuários autorizados. Diferente do modelo tradicional, em que cada estação de trabalho conta com uma senha específica, o “server side” impede o uso da chave de segurança compartilhada para assinar digitalmente documentos em nome da empresa sem prévia autorização, evitando fraudes. Para gerar a NF-e dentro desse modelo de proteção da assinatura digital, deve-se permitir a inserção automática da chave. Assim, nenhuma restrição interna irá impedir o atendimento às normas do fisco, sem prejuízos à segurança dos dados. Finalmente, um fator decisivo para a plena adaptação do setor confeccionista à NF-e é a facilidade de uso do aplicativo. Seja para moda e vestuário ou outras verticais, ERPs com emissão eletrônica integrada da nota fiscal precisam ter recursos adequados a um perfil de usuário ainda pouco habituado com tecnologias de gestão – antes consideradas pouco acessíveis a pequenas e médias empresas, responsáveis por mais de 80% do mercado brasileiro de confecção. É importante também que o software elimine etapas do processo de geração da NF-e, tornando mais simples a sua operação. Não são poucos os detalhes a serem considerados por fábricas de confecção antes de reunir os recursos técnicos necessários para emitir a nota fiscal eletrônica. Contudo, ao prestarmos atenção a pelo menos alguns dos cuidados apontados, é possível simplificar esse processo, evitando que a adaptação às novas normas do fisco seja mais demorada e dispendiosa do que o necessário. Fonte: Site Investimentos e Notícias
20/01/2010 - PARRA E MELO SOLUTIONS OBTÉM CERTIFICADO MILLENNIUM NETWORK
Pensando sempre em oferecer aos seus clientes o máximo em soluções para o desenvolvimento da industria de confecção no Brasil, a Parra e Melo Solutions tornou-se o mais novo canal de negócios do melhor sistema para a industria e varejo de vestuário, obtendo em Dezembro de 2009 o Selo de Canal Certificado Millennium Network.
O selo atesta a empresa como excelência em conhecimento do novo produto da Millennium, Millennium Basic, voltado para pequenas e médias empresas, qualificando-nos na prestação de serviços em implantação e treinamento no novo sistema
Empresa Certificada Millenium Network |
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